quinta-feira, 4 de novembro de 2010

IPEP desenvolve projeto de pesquisas de marketing para supermercados



A pesquisa tem o objetivo de identificar o comportamento dos consumidores de supermercados, analisando suas necessidades e desejos e levantar informações como índice de lembrança de supermercados, market share, diferenciais competitivos, levantamentos de pontos fortes e fracos, avaliação de comunicação e propaganda, avaliação de imagem das empresas do setor e potencial de gasto da população dentro da área de comércio. 
O trabalho está sendo realizado nos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais.
Mais informações podem ser obtidas nos escritórios do IPEP, através dos telefones: (18) 4141-0333 ou (11) 6407-6000.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

IPEP lança 6ª edição da pesquisa nacional sobre comportamento dos consumidores de calçados infantis


A pesquisa tem o objetivo de identificar melhor o comportamento dos consumidores de calçados infantis no Brasil. O trabalho está sendo realizado em 15 estados das regiões sul, sudeste, nordeste, norte e centro-oeste.
Mais informações podem ser obtidas nos escritórios do IPEP, através dos telefones: (18)4141-0333 ou (11)6407-6000.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Extra e Carrefour lideram lembrança de marcas, pesquisa ainda levantou dados sobre o comportamento do consumidor.


Pesquisa realizada pelo IPEP, no mês de março, em 10 capitais de estados brasileiros apresenta o Extra e Carrefour como as marcas mais lembradas pelos consumidores.
A pesquisa foi realizada nas cidades de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiania, Brasília, Salvador, Fortaleza e Recife e foram ouvidos 957 consumidores que eram responsáveis ou que tinham maior poder de decisão sobre as compras a serem realizadas em supermercados.
74% do entrevistados eram mulheres e 46% tinham entre 31 e 50 anos, 45% são das classes D/E, 40% da classe C e 15% dos respondentes são das classes A/B, 45% tem até o 1º grau, 39% o 2º grau e 16% o 3º grau.

Na pergunta sobre lembrança de marca o Extra foi citado espontaneamente por 15% dos entrevistados contra 14% do Carrefour, com 7% apareceu o Pão de Açúcar e Bom Preço e Guanabara ficaram com 6%.
A pesquisa ainda identificou que para 25% dos consumidores o setor que mais atrai é o de hortifruti, os fatores determinantes para escolha dos supermercados é a localização, preço e promoções e que sábado é o dia preferidos pela maioria para realizarem suas compras.

Iinformações sobre a pesquisa podem serem obtidas diretamente com o IPEP pelos telefones (11)7135-3388 ou (18)4141-0333.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Classe C é apontada como o motor da economia brasileira

Uma pesquisa realizada em cinco capitais, com casais que têm renda familiar entre mil e dois mil reais mostra que a nova classe C brasileira é vaidosa, sonha com uma casa mais bonita.

O arroz com feijão continua sendo o prato preferido de 52% dos brasileiros que ganham. Mas os hábitos desta nova classe C estão mudando.

A maioria acha que tecnologia, como DVD, televisão, celular, contribui para o bem estar da família.

O computador 80% é fundamental e não dá mais pra viver sem ele.

De cada 10 pessoas seis têm cartão de crédito. Mas a maioria pensa duas vezes na hora de usar.

Os maiores sonhos mudaram. Antes, a classe C queria uma casa e um carro. Agora, deseja um carro novo e uma casa mais bonita.

Quem cuida bem da aparência tem mais chance de ter sucesso. Esse é o pensamento de mais de 70% dos entrevistados.

Por isso, mulheres e também homens frequentam salões de beleza duas vezes por mês e gastam entre R$ 15 e R$ 30 por visita.

O zelador Herom sabe exatamente porque passa creme nos cabelos. “Pra ficar mais legal, senão fica muito ressecado”.

Para o coordenador da pesquisa o desejo e o potencial de consumo desses brasileiros são o motor da economia do Brasil.

“Existe uma dependência do crescimento do Brasil pelo crescimento da classe C. Então nós, como todos os agente econômicos, temos que estar atento para onde estão os desejos e o comportamento do consumidor para podemos nos adequar à eles, porque aí sim podemos fazer girar a roda da economia”, alerta Aloísio Pinto, coordenador da pesquisa.

Fonte: Jornal Hoje - 11/03/09

quarta-feira, 11 de março de 2009

TV IPEP


IPEP cria sua TV virtual para divulgar informações sobre pesquisas, marketing, política e mercado.

A TV está com transmissão em caráter experimental e pode ser acompanhada através do link: www.worldtv.com/tv_ipep

Você também pode acompanhar aqui:

quinta-feira, 5 de março de 2009

IPEP INICIA PESQUISAS DE AVALIAÇÃO ADMINISTRATIVA



O IPEP já está montando os questionários para início, a partir do dia 23 de março, das pesquisas de avaliação administrativa em diversas cidades brasileiras.
As pesquisas terão como objetivo, identificar os principais problemas de cada cidade e fazer uma avaliação do primeiro trimestre da gestão dos atuais prefeitos. Estão sendo realizadas parceiras com empresas de comunicação em diversas regiões do Brasil, visando facilitar a divulgação dos resultados.
O trabalho será realizado a cada três meses e tem como objetivo principal, acompanhar a evolução do índice de aprovação dos prefeitos nas cidades pesquisadas.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

DILMA E SEU NOVO VISUAL

ÚLTIMO SEGUNDO - Com os cabelos mais claros e repicados, sem óculos, usando maquiagem, um colar de pérolas e um terno de duas cores. Foi assim que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, apareceu na 36ª Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro, realizada na segunda-feira, no Parque Anhembi, em São Paulo. Apesar das atenções voltadas ao novo visual de Dilma, marqueteiros divergem sobre seus efeitos em uma possível candidatura à presidência da República em 2010.

Novo visual de Dilma

Para Carlos Manhanelli, presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (ABCOP) e autor, entre outros, do livro 'Estratégias Eleitorais e Marketing Político' (Editora Summus), a ministra fez uma “grande besteira” ao mudar o visual e isso pode atrapalhá-la na próxima eleição. “Como candidata, ela estava muito melhor com o visual antigo. Agora, está bem mais jovem e, para a candidatura, não sei até onde isso ajuda. Para mim, atrapalha”, afirma.

Segundo Manhanelli, além de parecer uma pessoa mais séria, a aparência antiga dava a Dilma a imagem de “mãe” e “protetora dos pobres”, o que poderia lhe contar pontos a favor na disputa. “A imagem era mais crível. Com certeza pesou a plástica que ela fez”, diz.

A assessoria do ministério não confirma as possíveis cirurgias no rosto e no pescoço que a ministra teria realizado no final do ano passado em Porto Alegre (RS), mas, para o marqueteiro, as intervenções estéticas são nítidas. “Você percebe que foi tirado o bigode xadrez (sinais de expressão em volta da boca e no queixo). Ou ela fez plástica ou colocou botox para esticar a cara”, arrisca.

O marqueteiro, que, em 2008, foi consultor de 14 candidatos a prefeito, considera as ações corretivas bem-vindas, como a retirada de pálpebras caídas. Mas discorda de cirurgias puramente estéticas. “Ela parece querer mentir a idade. Não tem necessidade de fazer isso se ela quer partir para campanha de presidente, onde a experiência é o que conta mais”, afirma.

O consultor em marketing político Chico Santa Rita, que elegeu cinco prefeitos no 1º turno das eleições de 2008, também é contra grandes mudanças no visual e afirma que a “cirurgia plástica pode parecer um mascaramento da realidade”. “Não faço esse tipo de coisa, o candidato tem que ser apresentado dentro do que ele é. O que faço é procurar o melhor ângulo e roupas adequadas”, conta.

Santa Rita, que diz nunca ter “colocado ou retirado óculos de candidato”, considera que a mudança de Dilma não deve acrescer ou diminuir os seus possíveis votos. “O fundamental é ter bom conteúdo e estar bem inserido no momento eleitoral. A pessoa é o que é, não ganha pintando o cabelo”, completa.

Nelson Biondi Filho, marqueteiro do prefeito reeleito de Curitiba em 2008, Beto Richa, considera que a nova imagem de Dilma Roussef vai facilitar fotografias e aparições na TV se ela for candidata. Ele, que já modificou os óculos de Paulo Maluf (PP), diz que a aparência da ministra ficou “menos agressiva”. “Ela ficou bem melhor. Mexeu nos olhos, nas pálpebras e tirou o bigode japonês. Está com a aparência mais descansada”, afirma.

Outro ponto que Biondi destaca é o visual menos “austero e mal- humorado” que, para ele, deverá favorecê-la em uma eleição mais digital. “Ela não tinha grandes cuidados, tinha ar de senhora de 61 anos. Agora, continua com ar de senhora, mas mais bem cuidada. Dilma teve só ganho de imagem, não vejo prejuízo”, disse.