sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

DILMA E SEU NOVO VISUAL

ÚLTIMO SEGUNDO - Com os cabelos mais claros e repicados, sem óculos, usando maquiagem, um colar de pérolas e um terno de duas cores. Foi assim que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, apareceu na 36ª Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro, realizada na segunda-feira, no Parque Anhembi, em São Paulo. Apesar das atenções voltadas ao novo visual de Dilma, marqueteiros divergem sobre seus efeitos em uma possível candidatura à presidência da República em 2010.

Novo visual de Dilma

Para Carlos Manhanelli, presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (ABCOP) e autor, entre outros, do livro 'Estratégias Eleitorais e Marketing Político' (Editora Summus), a ministra fez uma “grande besteira” ao mudar o visual e isso pode atrapalhá-la na próxima eleição. “Como candidata, ela estava muito melhor com o visual antigo. Agora, está bem mais jovem e, para a candidatura, não sei até onde isso ajuda. Para mim, atrapalha”, afirma.

Segundo Manhanelli, além de parecer uma pessoa mais séria, a aparência antiga dava a Dilma a imagem de “mãe” e “protetora dos pobres”, o que poderia lhe contar pontos a favor na disputa. “A imagem era mais crível. Com certeza pesou a plástica que ela fez”, diz.

A assessoria do ministério não confirma as possíveis cirurgias no rosto e no pescoço que a ministra teria realizado no final do ano passado em Porto Alegre (RS), mas, para o marqueteiro, as intervenções estéticas são nítidas. “Você percebe que foi tirado o bigode xadrez (sinais de expressão em volta da boca e no queixo). Ou ela fez plástica ou colocou botox para esticar a cara”, arrisca.

O marqueteiro, que, em 2008, foi consultor de 14 candidatos a prefeito, considera as ações corretivas bem-vindas, como a retirada de pálpebras caídas. Mas discorda de cirurgias puramente estéticas. “Ela parece querer mentir a idade. Não tem necessidade de fazer isso se ela quer partir para campanha de presidente, onde a experiência é o que conta mais”, afirma.

O consultor em marketing político Chico Santa Rita, que elegeu cinco prefeitos no 1º turno das eleições de 2008, também é contra grandes mudanças no visual e afirma que a “cirurgia plástica pode parecer um mascaramento da realidade”. “Não faço esse tipo de coisa, o candidato tem que ser apresentado dentro do que ele é. O que faço é procurar o melhor ângulo e roupas adequadas”, conta.

Santa Rita, que diz nunca ter “colocado ou retirado óculos de candidato”, considera que a mudança de Dilma não deve acrescer ou diminuir os seus possíveis votos. “O fundamental é ter bom conteúdo e estar bem inserido no momento eleitoral. A pessoa é o que é, não ganha pintando o cabelo”, completa.

Nelson Biondi Filho, marqueteiro do prefeito reeleito de Curitiba em 2008, Beto Richa, considera que a nova imagem de Dilma Roussef vai facilitar fotografias e aparições na TV se ela for candidata. Ele, que já modificou os óculos de Paulo Maluf (PP), diz que a aparência da ministra ficou “menos agressiva”. “Ela ficou bem melhor. Mexeu nos olhos, nas pálpebras e tirou o bigode japonês. Está com a aparência mais descansada”, afirma.

Outro ponto que Biondi destaca é o visual menos “austero e mal- humorado” que, para ele, deverá favorecê-la em uma eleição mais digital. “Ela não tinha grandes cuidados, tinha ar de senhora de 61 anos. Agora, continua com ar de senhora, mas mais bem cuidada. Dilma teve só ganho de imagem, não vejo prejuízo”, disse.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A IMPORTÂNCIA DE ENTENDER O CONSUMIDOR


A importância de entender o consumidor

A alta competitividade dos tempos atuais exige que gestores de marcas e produtos tenham uma visão aprofundada dos agentes e dos fatores condicionantes do mercado onde atua e, somado a isso, seja capaz de utilizar como parte integrante de suas estratégias, as percepções dos consumidores a respeito do seu produto. O conhecimento do que pensa, sente e deseja o consumidor é componente fundamental para subsidiar a tomada de decisão e sem esse norte é muito mais difícil obter resultados satisfatórios nos negócios. Esse conhecimento deve advir de pesquisa, realizada de forma metodológica e cientifica. Levantamentos pouco sistemáticos e conhecimento informal não são suficientes. É preciso que a pesquisa de marketing seja realizada para auxiliar o executivo a compreender melhor seu ambiente e, desta forma, contribuir para que suas decisões sejam um pouco mais seguras. “Mais seguras” porque riscos sempre vão existir, mas a pesquisa é capaz de direcionar a decisões e minimizar riscos. No entanto, quando se conhece o que pensa o consumidor sobre sua marca e produto há a oportunidade de se enfatizar o que lhe agrada e, modificar o que ele não gosta e, se possível, surpreendê-lo. Para isso, deve haver também humildade por parte do gestor, para reconhecer que a opinião que vale não é a sua ou de sua equipe, mas uma soma da percepção dos profissionais de mercado e das percepções dos clientes. É verdade que levar em conta as percepções do consumidor pode significar ajustes que muitas vezes exigem esforços da empresa, mas esse parece um bom caminho para se alcançar o sucesso, por meio do estabelecimento de um diálogo permanente entre as características do produto, e da marca, e os desejos dos consumidores. Há inúmeros sucessos de mercado obtidos através de estratégias desenvolvidas a partir do que pensa e quer o consumidor. Para ilustrar temos o sucesso recente da bebida da H20H!, que foi desenvolvido com base em informações de mercado, em resposta à demanda do consumidor por uma bebida gostosa com apelo de saudabilidade. Do mesmo modo, vale citar o sucesso do automóvel Fox , que foi desenvolvido a partir de diversas pesquisas com o objetivo de entender e atender o que o consumidor de carros almejava. A pesquisa pode também monitorar as ações de marketing e promoção e estabelecer o rendimento dessas ações. Monitoramento que não só ajuda a compreender as reações dos consumidores, como também oferece subsídios para o desenvolvimento de novas ações mercadológicas e descobertas de novas oportunidades. Resumindo, mais chance de sucesso tem a empresa que está em sintonia com mercado e o consumidor. E a pesquisa sistemática é um caminho seguro para obter essa sintonia. Ione Almeida - ESPM

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

CONFERÊNCIA DE MARKETING POLÍTICO PARA A AMÉRICA LATINA

MIAMI - CONFERÊNCIA DE MARKETING POLÍTICO PARA A AMÉRICA LATINA

De 2 a 4 de abril de 2009

Miami, Flórida

CAMPAIGNS & ELECTIONS POLITICS - Magazine
UNIVERSITY OF MIAMI

SCHOOL OF COMMUNICATION

A revista Politics, de Campaigns & Elections (Campanhas e Eleições), a principal fonte de notícias e estratégias de marketing político para candidatos e eleitos a cargos públicos e para profissionais do mundo da política, desenvolverá sua conferência inaugural exclusivamente para o sistema político da América Latina, entre 2 e 4 de abril, em Miami.
Os maiores especialistas do setor, provenientes do mundo todo – estrategistas políticos, pollsters (peritos em sondagens de opinião pública), publicitários, captadores de recursos, tecnólogos e image-makers – estarão à disposição dos participantes para compartilhar com os eles as tendências emergentes e as melhores práticas sobre como os candidatos e os partidos políticos podem inovar e ganhar. Tanto os principiantes na vida política quanto aqueles que já são veteranos poderão se informar e aprender com os princípios fundamentais da administração política, os estudos de casos recentes e, em certas circunstâncias, com os insights que ainda não foram divulgados em fóruns públicos.
Os participantes poderão ouvir o que têm a dizer não apenas os nomes mais famosos na área do marketing político dos EUA – incluindo os especialistas intimamente envolvidos com a histórica eleição para presidente de 2008, como também aqueles que são hoje os melhores e mais brilhantes especialistas do setor na América Latina.Conferencistas confirmados, conforme o dia 8º de dezembro: (Favor visitar o site www.politicsmagazine.com para verificar as atualizações da lista de conferencistas e do programa)
Joel Benenson, Benenson Associates; pollster (perito em sondagens de opinião pública), Obama for President (Obama para Presidente)
Sergio Bendixen, Bendixen and Associates
Peter Brodnitz, Benenson Associates; pollster (perito em sondagens de opinião pública), Obama for President (Obama para Presidente) Mario Cader-Frech, MTV América Latina
Cesar Caballero, Cifras y Conceptos (Colômbia)
Al Cardenas, Tew Cardenas LLC; National Finance Chair, Mitt Romney For President
Christopher Crommett, Senior Vice President, CNN en Español
Mauricio De Vengoechea, NewLink Political Diego Dillenbgerger, Diretor, Imagen e apresentador do programa La Hora de Maquiavelo (A Hora de Maquiavel) (Argentina)
Mark Fieirstein, Greenberg, Quinlan, Rosner
Eduardo Gammara, NewLink Political
Peter D. Greenberger, Elections & Issue Advocacy, Google, Inc.
Daniel IvoskU.S., Vereador, Buenos Aires; tecnólogo político e autor de Lo Que No Se Dice, No Es” (O que não se diz, não é) e “Viver Conectados” (Viver Conectados) (Argentina)
Victor Kong, MySpace América Latina
Juan Carlos Lopez, Washington Bureau Chief, CNN en Español
Carlos Manhanelli, Manhanelli Associados; Presidente, Associação Brasileira de Consultores Políticos (Brasil)
Alicia Menendez, Rock the Vote
Felipe Noguera, FNC S.A. (Argentina)
Jorge I. Tirado Ospina, Carribean Government Consultants (Venezuela)
Gustavo Martinez Pandiani, Universita Del Salvador (Argentina)
Andrew Rasiej, Fundador e Editor, Personal Democracy Forum
Chico Santa Rita (Brasil)
Ben Self, Fundador, Blue State Digital; Diretor de Tecnologia, Democratic National Committee (Comissão Democrática Nacional)
Kirk Wagar, Obama for President (Obama para Presidente), Florida Finance Chairman (Presidente Financeiro para a Flórida)
Drew Westen, Westen Strategies e autor de “The Political Brain” (O Cérebro Político)
Brian Wolff, Diretor, Democratic Congressional Campaign Committee (Comissão da Campanha Democrática Congressual)

Será oferecida tradução simultânea para o espanhol e para o português.

Taxa de inscrição: US$ 795,00

Descontos para grupos: ao inscrever 5 pessoas, você obterá um desconto de 50% para a 6a pessoa que se inscrever Ao inscrever 10 pessoas, a inscrição da 11a pessoa será gratuita

Para se inscrever, visite o site: www.politicsmagazine.com

Para mais informações, favor entrar em contato com Michelle van Gilder, no telefone número: 917-825-7756 ou no endereço eletrônico: mvangilder@politicsmagazine.com

BLOGS SÃO PROIBIDOS PELA JUSTIÇA ELEITORAL

Blogs fora da lei - Matéria do site Congresso em Foco
Ex-presidente do TSE afirma que pré-candidatos não podem fazer propaganda antecipada na internet, mesmo quando mantida por simpatizantes

Rodolfo Torres

Os pré-candidatos a presidente da República correm o risco de ferir a legislação quando permitem a propaganda eleitoral antecipada em blogs mantidos por terceiros. Na opinião do ministro Marco Aurélio Mello, ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a publicidade relacionada à disputa de 2010 está proibida. Não importa se os blogs de divulgação das candidaturas não sejam oficiais, feitos por eleitores ou simpatizantes.

De acordo com Marco Aurélio, o impedimento desse tipo de propaganda se torna necessário porque “ficaria muito fácil” para os candidatos argumentarem à Justiça Eleitoral que uma terceira pessoa estaria fazendo sua campanha de forma antecipada. “O ato do terceiro repercute na caminhada dele”, afirmou Marco Aurélio, que é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ao Congresso em Foco.

Pela lei, as campanhas políticas só serão permitidas a partir de julho de 2010, depois que os candidatos alcançarem a indicação da legenda em convenções partidárias. No próximo ano, além da vaga de presidente da República, também estarão abertas vagas para os governos dos estados, para as assembléias estaduais e distrital, para a Câmara dos Deputados, e para 2/3 do Senado.

O Congresso em Foco revelou ontem (24) que, 16 meses antes das eleições, os pré-candidatos à Presidência da República têm blogs de apoio, feitos por simpatizantes (leia mais).

A página dedicada à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff foi atualizada durante o carnaval com imagens da preferida do presidente Lula no carnaval pernambucano. Os governadores de Minas Gerais, Aécio Neves, e de São Paulo, José Serra, ainda disputam a indicação do PSDB, mas contam há algum tempo com o suporte de blogs de propaganda.

Para o deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), o posicionamento de eleitores com tanta antecedência é um “sinal dos tempos” da comunicação via internet. “É natural que no processo democrático as pessoas coloquem suas opiniões sobre os pré-candidatos”, afirma o congressista, complementando que é preciso adequar a legislação à rapidez na divulgação de informações dos tempos atuais. “Não vejo campanha antecipada.”

O líder do Psol na Câmara, Ivan Valente (SP), avalia que o processo eleitoral “está antecipado demais”. “Existe uma campanha aberta... O Tribunal Eleitoral deveria estar esperto”, afirma o parlamentar paulista.

Como exemplo, ele cita campanhas televisivas da Secretaria de Saneamento e Energia de São Paulo (Sabesp) em outros estados da federação, e da ministra Dilma Rousseff em publicações impressas no exterior. “É muito escancarado”, avalia Ivan Valente, que não descarta que o partido entre com uma representação no TSE contra a campanha dos pré-candidatos.

Contudo, o deputado explica que, para tanto, é preciso ouvir a Executiva do partido sobre o assunto. “Ainda não fechamos posição.”

Parlamentares na rede

Além de blogs dedicados aos presidenciáveis, parlamentares também se beneficiam com a ação de simpatizantes em outras alamedas da rede mundial de computadores.

Conforme mostrou o Congresso em Foco, uma monografia para o curso de especialização em Comunicação Legislativa da Universidade do Legislativo (Unilegis) revela que, dos 594 parlamentares federais, 447 têm comunidades a eles dedicadas no site de relacionamentos Orkut (leia mais).

"Ou seja, 75,25% dos parlamentares brasileiros estão ali presentes, por vontade própria ou por desejo de eleitores que julgaram interessante fazer esse tipo de divulgação", apontou a tese. Ao todo, foram encontradas 1.789 comunidades destinadas aos deputados e senadores brasileiros.

Para o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), as regras do TSE acabam por desestimular os parlamentares a usarem a internet como plataforma de comunicação com seus eleitores. "O TSE fez as regras por desconhecer as possibilidades da internet", afirma Aleluia.

"Candidata inatacável"

De acordo com Daniel Pearl, coordenador geral do blog "Dilma presidente", a iniciativa de criar um espaço virtual dedicado a uma eventual candidatura da ministra da Casa Civil à Presidência da República surgiu há três anos. Desde então, o blog conta com vários colaboradores.

Na análise de Pearl, a ministra vem se destacando na função e ganhando notoriedade para substituir o presidente Lula. “Na condição de principal responsável e grande fautora dos acertos de Lula, ela é uma candidata inatacável. Perfeita."

“A nova visão do presidente Lula em falar direito com eleitorado para pequenas circulações foi genial, ele acertou em cheio”, resume.

“Como simpatizantes do PT, temos a liberdade de manifestar nossas opiniões, deixando para os políticos fazerem política”, afirma. “Acho que a internet hoje tem um grande peso na informação, muita gente deixou de assistir televisão e ler jornais e revistas para ficarem antenado nos blogs e sites. No Brasil já ultrapassam mais de 42 milhões de internautas. A mídia televisiva e escrita ainda não percebeu esse fenômeno, e nós blogueiros descobrimos há muito tempo”, complementa.

Segundo Daniel Pearl, o uso da internet nas campanhas eleitorais é “fundamental”. “Muito políticos não perceberam que fazer política como antigamente cansou o eleitorado. O eleitorado quer atenção, interação, resposta para seus questionamentos, quer solução rápida.”

O Congresso em Foco não conseguiu localizar os editores dos blogs de divulgação das candidaturas de Aécio Neves e José Serra.

PESQUISA DE MARKETING


PESQUISA DE MARKETING

Você sabe qual é a imagem que seu público-alvo tem sobre sua empresa?

Seus clientes estão satisfeitos com sua empresa?

Qual é a opinião sobre seus concorrentes?

O que falta em seus produtos para vender mais?

O que o público-alvo quer e você não percebe?


Assim como você precisa de um médico para fazer um exame e saber como está sua saúde, sua empresa precisa fazer uma pesquisa de marketing e levantar informações para corrigir rotas e atingir objetivos.


A pesquisa de marketing pode levantar:


O índice de lembrança de sua empresa e seus concorrentes;

O grau de conhecimento de sua marca e seus concorrentes;

Os pontos positivos e negativos de sua empresa e seus concorrentes;

O que pensam sobre seus produtos ou serviços;

O que conhecem de sua empresa;

O que esperam receber de sua empresa;

O que seu público-alvo gosta e não gosta;

Os melhores meios e veículos de comunicação para atingir seu público-alvo.


Não importa qual seja seu ramo de atividade: (comércio, indústria ou serviços), utilize as informações do público-alvo a seu favor, e isso só é possível com a pesquisa de marketing.

MAIS INFORMAÇÕES: (11)7135-3388 OU (18)4141-0333

SUPERMERCADOS - Perfil e comportamento dos consumidores



IPEP REALIZA PESQUISA NACIONAL SOBRE
COMPORTAMENTO DOS CONSUMIDORES DE SUPERMERCADOS


OBJETIVOS
O objetivo principal do trabalho é fazer uma avaliação de mercado e analisar o comportamento dos consumidores de supermercados, identificando quem são as pessoas com poder de decisão e de influência no processo de compra, suas preferências, hábitos e costumes, necessidades e desejos, lembranças de marca, intenções de compra e participação de mercado entre outras características. Também iremos identificar quais são os diferenciais competitivos dos principais supermercados. A pesquisa ainda proporciona opiniões sobre características e percepções dos clientes, avaliando pontos positivos e negativos, fatores estimulantes e inibidores para consumo dos produtos ou serviços. Será realizado um levantamento sobre hábitos de mídia e pesquisa de audiência para identificar os meios e veículos de comunicação mais eficientes, para comunicação com o público-alvo.

AMOSTRA
Serão realizadas entrevistas nas principais cidades das regiões sul, sudeste, nordeste e centro-oeste do Brasil. Também serão realizados trabalhos específicos em diversas cidades, objetivando identificar o comportamento de consumidores de forma regionalizada. Os setores a serem pesquisados serão previamente estabelecidos pelo departamento técnico do IPEP.

PLANEJAMENTO
Os questionários serão aplicados à amostra acima discriminada, respeitando cotas previamente estabelecidas. Após a aplicação dos questionários, será feita revisão, checagem, processamento dos dados e análise.

INVESTIMENTO
Como o valor total da pesquisa será dividido em cotas para várias empresas, o investimento por empresa será extremamente competitivo.

Mais informações: (11)7135-3388 ou (18)4141-0333

MARKETING POLÍTICO


MARKETING POLÍTICO

Entender o comportamento dos eleitores é ponto fundamental para o início do trabalho de marketing político.

A principal ferramenta para isso é a pesquisa de marketing político e comportamento do eleitor.

Neste tipo de pesquisa devemos determinar as principais necessidades e questões a serem avaliadas, a fim de detectar ameaças e oportunidades, procurando corrigir rotas e atingir objetivos.

INFORMAÇÕES ESSENCIAIS NUMA PESQUISA DE MARKETING POLÍTICO

* Hábitos e atitudes dos eleitores (pesquisa de mídia, audiência de rádio e TV, leitura de jornais, hábitos de lazer, etc);

* Avaliação dos principais problemas dos locais;

* Avaliação da atuação do prefeito, governador e presidente;

* Avaliação da transferência de prestígio dos governantes;

* Identificação dos principais líderes comunitários, políticos ou vereadores com poder de influencia o voto dos eleitores;

* Tábua de valores (qualidades desejadas pela população que um candidato deva ter e defeitos que a população acredita que ele não pode ter);

* Avaliação do índice de conhecimento de candidatura;

* Intenção de votos e rejeição espontânea;

* Avaliação do sentimento de vitória existente junto a população;

* Índice de conhecimento dos principais candidatos;

* Avaliação do perfil dos principais candidatos;

* Qualidades e defeitos dos principais candidatos;

* Estratificação por gênero, idade, renda, grau de instrução e setores dos eleitores.